segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Preparação para nova tecnologia continua nas emissoras

Da Redação do TelaVivaNews - www.telaviva.com.br - 28/10/2008 - 20h46

As geradoras cabeças de rede continuam se preparando para a TV digital. Ainda falta digitalizar estúdios e preparar a infra-estrutura para edição em alta definição, além de definir como preparar as novas possibilidades da TV, como mobilidade e interatividade, grandes apostas dos radiodifusores.

A Globo tem transmissões digitais em cinco cidades e deve ter "mais nove ou dez até o final do ano", disse Liliana Nakonechnyj, diretora de engenharia de telecomunicações da emissora de presidente da SET (Sociedade de Engenharia de Televisão), em painel sobre TV digital na Futurecom, evento que acontece esta semana, em São Paulo. Segundo ela, todas as capitais estarão cobertas digitalmente pela Globo até o final do próximo ano. A engenheira diz que, no momento, a emissora continua trabalhando na conversão dos estúdios que ainda não estejam preparados para a alta definição e, principalmente, na infra-estrutura de finalização. Ainda segundo Liliana, a emissora aposta bastante na interatividade como ferramenta para manter a audiência.

A Band diz apenas que trabalha, no curto prazo, na implantação do sistema digital, sem apontar números. Paralelamente, "é fundamental investir na capacidade de produção", diz Walter Ceneviva, vice-presidente executivo do Grupo Bandeirantes. Segundo ele, a aposta do grupo é na recepção móvel. "A TV ganha novos horários nobres, que são os horários de trânsito", aposta.

Já o SBT, segundo seu diretor de engenharia, Roberto Franco, que é também presidente do Fórum SBTVD, montou equipes multidisciplinares para desenvolver novas linguagens. "A TV digital traz uma experiência diferente, porque muda os mecanismos de percepção visual e auditiva", disse. Segundo ele, a interatividade é algo que precisa ser estudado na forma como é apresentada na nova tecnologia, mas que a radiodifusão já sabe usá-la. "O SBT está no Guiness por ter recebido 72 milhões de cartas válidas para uma única promoção", disse.

Eu..., sei lá... o que vocês acham sobre a nota? Qual o futuro disso para o telejornalismo?

14 comentários:

Anônimo disse...

eu acredito que com as novas ferramentas da tv digital, o forma de fazer e de assitir o telejornal vai ser mudada. Primeiro que com a interatividade o telespectador poderá pautar e influenciar de maneira direta a produção do jornal. Já na maneira de assistir vai haver alterações quanto ao horario e as intervenções que o telespectador poderá fazer. As possibilidades do telespectador concerteza vão se ampliar.

Unknown disse...

Acho que as mudanças serão gradativas, pois não adianta somente os canais se prepararem, os telespectadores também irão ter que adquirir televisores ou adaptadores que recebam a tecnologia digital. Acredito que as emissoras, mesmo a Globo, ainda estão engadinhando na maneira de fazer conteudo pra TV digital,mas espero que abra novos caminhos e novos empregos para jornlaistas e produtores de conteudo.

Sergio Leite disse...

A era digital já esta operando com sucesso de acordo com a programação das emissoras de TV, que aos trancos e barrancos vão se adaptando. O marketing de inauguração no Brasil foi muito corrido para começar a exibir sinal digital dentro do prazo estipulado.
Agora é hora de poder colocar as coisas em ordem nas emissoras. Isso vai demorar um pouco. Com a disparada do dólar e muita coisa para fazer, como a troca dos equipamentos analógicos pelos digitais, o jeito é ir mudando aos devagar, sem prejudicar o público.
Uma coisa que me chamou a atenção foi o comentário do senhor Roberto Franco, diretor de engenharia do SBT, que disse: "O SBT está no Guiness por ter recebido 72 milhões de cartas válidas para uma única promoção".
Engraçado, estamos na era digital e eles ainda trabalham com postagem de cartas ao invés de e-mail. Isso pode significar que mesmo com toda a tecnologia, talvez seja necessário integrar os meios do passado e do futuro, para atender a todos telespectadores.

Anônimo disse...

Estamos todos aprendendo juntos.
Tanto as empresas de comunicação,quanto os telespctadores,digo os consumidores de informações.
É um momento maravilhoso e ainda desconhecido.Estamos ouvindo falar de interatividade,portabilidade,mobilidade,mas ainda não sabemos onde isso tudo vai parar.O certo é que nos produtores de conteúdos midiáticos teremos pela frente grandes desafios.É preciso como disse o filósofo Grego Platão "sair da caverna" E o sair da caverna é mergulhar em um verdadeiro processo de imersão pra entender esse novo momento e aproveitar o que a tecnologia tem de melhor pra informar,divertir,entreter e levar as pessoas a refletirem sobre a vida em sociedade.

Leandro Campos de Carvalho disse...

A nota é interessante mostra o início da inclusão das nossas emissoras na era digital de fato. Ainda há pouco investimento e preocupação em produzir novos formatos, mas acho que a longo prazo as novas tecnologias digitais irão mudar o modo de se assistir e de se fazer telejornalismo, com o telespectador podendo assistir de várias plataformas como computador, celular,televisão e muitas outras inovações como o modo de assistir, no horário que a pessoa quiser, podendo assistir determinada matéria separadamente,interagindo com o telejornal diretamente,comentando,sugerindo,criticando e por aí vai.

Anônimo disse...

Acho que mudará muito a forma de fazer jornalismo, haverá interferencia de muitas pessoas não capacitadas para isso, acredito que o jornalismo será prejudicado deste lado. Porém teremos mais disponibilidade ás informações. Mas acredito que irá demorar muito para haver essa interatividade falada. Concerteza a tv digital está aí, mas só mudará a qualidade de imagem que melhorou, e a qualidade do som. Mas o "resto" ainda irá demorar!

Anônimo disse...

A tecnologia digital está aí e resta a nós, futuros jornalistas, aprendermos a trabalhar nela.
Esta nova tecnologia vai trazer novos trabalhos para os jornalistas, é a hora de nos prepararmos para ocupar essas vagas.
Muitos falam que o jornal vai acabar, coisa que eu não acredito. Acho que o que vai ocorrer será a modificaçã da profissão com o aparecimento de novas aréas para os bons jornalistas. resta a nós estudar...

Marcelo Vilela 6º período

Anônimo disse...

A nova era digital está chegando ao poucos na tela da casa da gente. Esses dias mesmo vim uma reportagem falando que as emissoras tem ate 2014 para aderir totalmente a tv digital. Acho que será um tempo interessante para que todos se aprocimem da nova televisão, e o que ela de fato irá oferecer.

Anônimo disse...

Muito se houve falar sobre essa "era Digital"...mas acho que as mudanças serão pouco a pouco.A maioria da população ainda tem que se adaptar para receber o novo sinal digital, pois hoje ainda o aparelho esta muito caro.Com certeza a leque de opções que o telespectador vai ter, vai ser maravilhoso.Acho que tanto as emissoras, quanto os telespectadores ainda vão demorar pelo menos um pouco para ter uma adaptação total.

Unknown disse...

Por enquanto o caminho é o mesmo para todo o ambiente da tv: se adaptar às mudanças. Mas o Jornalismo como um todo já vem sentindo os efeitos das novas tecnologias há mais tempo. A popularização da internet, por exemplo, já transformou o cidadão comum em testemunha e transmissor de notícias, permitindo-o distribuir conteúdo em páginas pessoais e sites de jornalismo participativo. Acredito que isso também acontecerá no telejornalismo frente à TV Digital. O telespectador poderá responder de forma mais participativa e imediata o que pensa a respeito das notícias veiculadas, bem como do próprio formato do telejornal. Além do mais, com a TV Digital surge a esperança de programas mais dinâmicos e menos presos a fórmulas e padrões.

Cássia Rolim disse...

Primeiramente acho que adaptar a era digital e um pouco complicado.Porque na realidade teremos que mudar não só toda a aparelhagem,mas sim maquiagem,postura dos jornalistas,e muitas outras coisas,porque na verdade qualquer detalhe apareçe,a maquiagem e um deles,depois da mudança da aparelhagem ai vem a maquiagem que na realidade e um pouco dificil até mesmo de fazer né.
Mas agora e serio, os telejornais tem que inovar assim como a TV digital,porque se os telejornais não começarem a inovar, logo logo eles irão perder audiência..Um exemplo de inovação e o jornal da Band onde o telespectador tem uma intensa interatividade com a âncora,Ele interagem comenta da noticia tudo no ar,é a audiência do jornal da Band só vem crescendo, enquando outros jornais só perdem audiência no caso os jornais da Rede Globo precisam deixar seu jeito tão formal e se adaptar a mudanças,porque na minha opinião acho que as novas gerações não vão querer assistir a um jornal careta e sem criatividade.Afinal as pessoas mais velhas que são o público de hoje, não serão os di amanhã, estão se liguem e caminhem juntos com a era da digitalização.

Anônimo disse...

A mudança para o digital é uma coisa muito cara. As redes de televisão tem que investir muito para se adaptarem a essa nova tendencia. Acho que essas mudanças vão trazer muito para nós telespectadores, que poderemos interagir com os programas e ainda usar a tecnologia para nos ajudar no nosso dia a dia.

Anônimo disse...

Não tem jeito. Apesar das melhorias visuais, sonoras e de enquadramento, o conteúdo ainda não irá mudar muito. As emissoras de TV estão investindo pouco na nova tecnologia, pois o custo é alto e o retorno não será tão gratificante, devido à pequena quantidade de usuários com conversores ou televisores HD.
Por isso, acredita-se que a inclusão da TV Digital será uma transição lenta e com maior disponibilidade em emissoras que mais tiverem interesse nesse investimento, que é, por enquanto, incerto.

Anônimo disse...

Uma TV com melhor imagem, alta definição, mobilidade e interatividade é brilhante, mas e o conteúdo? Esse é um dos itens mais importantes para o setor jornalístico, e que não terá muitas mudanças. Um dos motivos do não investimento em multiprogramação é o alto custo da produção, já que será preciso um aumento na publicidade, nesse novo formato de TV. Desta forma, a questão é mais complexa: dinheiro, e nem todas emissoras estão dispostas a investir nessa condição.