domingo, 4 de novembro de 2007

Globo quer novas mídias para fortalecer a Globo

Por Samuel Possebon - Tela Viva News - 30/10/07 - 13h41 - www.telaviva.com.br

De que maneira o principal grupo de comunicação brasileiro, a Globo, está olhando o futuro da televisão? De que maneira ela acredita que a internet e o celular afetarão a forma de ver e consumir TV? Algumas respostas a esta pergunta começaram a ficar mais claras durante o Congresso TV 2.0, realizado nesta terça e quarta, em São Paulo, com promoção das revistas TELA VIVA e TELETIME. Juarez Queiroz, diretor do portal Globo.com e um dos responsáveis pelas estratégias de novas mídias da Globo deixou claro que o objetivo do grupo é "trazer a magia da internet e do celular para dentro da plataforma criativa e de produção de conteúdo que a Globo tem". Isso significa, segundo ele, que o percentual de 95% do conteúdo produzido internamente que hoje vigora para a TV aberta deve se manter nas novas tecnologias. O executivo explicou que a dificuldade é encontrar as linguagens adequadas. "O que queremos (com a internet e o celular) é aumentar o envolvimento do telespectador com a nossa programação", diz Queiroz. Por "nossa programação", entenda-se a programação do carro-chefe, a TV Globo. "A grande preocupação é capturar a atenção das pessoas no mundo da Internet, onde a audiência é fragmentada. Estamos na fase de experimentar", explica o executivo. "Outro objetivo que temos com os novos meios é aumentar o relacionamento do nosso espectador com a publicidade", diz Queiroz.

481 milhões de vídeos

Ele dá alguns números importantes do que significa a Globo na internet hoje: já foram vistos mais de 481 milhões de vídeos no Globo.com de janeiro até setembro, sendo 40,5 milhões só em setembro (o site YouTube tem 120 milhões de vídeos assistidos por dia com 60% da audiência de vídeo em toda a web). O tempo que o internauta passa assistindo a vídeos na internet, na experiência da Globo, em média, não passa de 1 minuto e 33 segundos, com máximos de 15 minutos para programas na íntegra e 16 minutos para transmissões ao vivo. Durante a Copa, foram assistidos 12,5 milhões de vídeos, sendo que 2,4 milhões de pessoas assistiram a jogos ao vivo. O último "Big Brother" gerou 237 milhões de acessos a seus vídeos. E o dado mais importante: apenas 5% do conteúdo do Globo.com geram 80% do total de acessos. Juarez Queiroz apresentou esse dado ao responder se a teoria do "long tail" de fato tem encontrado comprovação na experiência da Globo. "A grande dificuldade do modelo de cauda longa é o custo de armazenamento do conteúdo de baixo acesso. Isso vai acontecer, mas ainda precisamos encontrar uma maneira de viabilizar a infra-estrutura", explicou, citando o exemplo da necessidade de digitalização e armazenamento para web de novelas mais antigas, que também enfrentam a questão dos direitos de imagem que precisam ser renegociados. Ao ser questionado sobre as razões pelas quais o Globo.com não disponibiliza os conteúdos exclusivos de esportes detidos pela Globo para acesso ao vivo na Internet, Queiroz explicou que existe uma preferência do usuário de assistir esses jogos nas opções tradicionais, quando elas estão disponíveis simultaneamente. "A audiência seria muito pequena", disse o executivo, que depois explicou a esse noticiário que existe um modelo de negócios da TV aberta e da TV paga (que vende os jogos em pay-per-view) a ser preservado. Sobre as variáveis que podem fazer com que a TV mude no futuro, Juarez Queiroz diz acreditar que a principal delas será a TV digital móvel. "Isso nos obriga a pensar na forma de fazer televisão", explicou. Ele aponta também o celular como a principal ferramenta de interação com a TV. "Hoje, 80% da nossa interatividade com a programação vem do celular, em programas como Big Brother, por exemplo".

Colegas, o que vocês pensam sobre o assunto? São capazes de responder a questão inicial? E o que afetará no telejornalismo, que também é referência para as demais emissoras?

23 comentários:

Unknown disse...

A Rede Globo também tem uma preocuparão muito grande com os direitos autorais dos conteúdos. Hoje, a Globo, é maior rede de entretenimento para TV da América Latina e uma das 4 maiores do mundo. Todo esse conteúdo eles querem disponibilizar na internet, mas ainda vê com receio a forma de se controlar esse conteúdo. A publicidade é outra preocupação, ainda não se sabe uma maneira lucrativa para os fornecedores. Acredito que a Globo não vai disponibilizar os programa para “download”, devido a esse problema com direitos autorais. A saída para a Globo, de curto prazo, é a transmissão apenas do sinal para celular, ou o usuário ver direto de um servidor, como já acontece com os vídeos da Globo.com. A idéia de gratuidade da internet e celular verem programas de qualidade é uma utopia. Alguém terá que pagar por isso.

Anônimo disse...

Acredito que a Globo preocupa muito mais com sua publicidade “onde paga suas contas” do que vídeos de telefones moveis, que ainda está muito longe da qualidade que a globo nos oferece. Na internet tudo é de graça este é um grande problema que a Globo vai ter que enfrentar quem pagará as conta da Globo ou outra rede de TV. Temos que ser mais realista ainda é uma realidade muito distante. Claro que da maneira que a tecnologia vem evoluindo, podemos até acreditar, mas acredito-me que ainda vai demorar muito, muito tempo para termos uma qualidade que temos hoje no mercado. Seria bom mas é difícil, acreditar nisso.
Comentário feito por João Bosco Godinho UNA.

Anônimo disse...

A Globo só terá o trabalho de adequar seu conteúdo para as novas mídias. A tecnologia mobile vem surgindo com grande tendência no Brasil para execução de programas de TV, pois, os usuários poderam assistir no ônibus, no carro, andando, em qualquer lugar.
No Brasil temos mais de 104 milhões de celulares! Com certeza a Globo vai começar a gerenciar seu conteúdo da melhor maneira, ou seja, da maneira mais lucrativo. Vem ai o mobile marketing. Certamente os vídeos novela, ou qualquer outra coisa viram com propagando junto.
Apesar de acreditar em um abertura de mercado com a TV digital, acho que a Globo está a frente no planejamento. Uma empresa desta envergadura não deixará passar qualquer oportunidade.

Anônimo disse...

Fica claro e evidente que a Globo está ajustando a relação custo/benefício. A TV Digital no Brasil, nos moldes e padrões semelhantes ao japonês, permitirá a ploriferação de conteúdos televisivos em alta definição para celulares, veículos, lap tops, internet e etc. Sem dúvida nenhuma a legislação brasileira será adequada no que tange diretos autorais, publicidade e outros para que os veículos de comunicação se adaptem as novas regras. A Globo é uma empresa com fins lucrativos, investe alto em tecnologias e, consequentemente, não quer levar prejuizo, assim como nenhuma empresa do segmento.

Anônimo disse...

Um cenário de televisão do futuro está mais próximo da Globo, com a chegada da TV Digital e da IPTV (Internet Protocol),que é a internet sobre TV, do podemos imaginar.
A banda larga hoje no Brasil já ultrapassa mais de seis milhões de usuários, sendo que o país é o primeiro no mundo em tempo gasto por mês com a internet. A TV Digital trará mobilidade para com as novas plataformas, como os próprios celulares que exibirão programas televisivos.A Globo está praticamente "reinventando a roda", para pois a plataforma da IPTV, parece que realmente será o caminho normal da TV Globo.Uma plataforma que recentemente chegou ao Brasil com o Windows Vista, pela Microsoft, é capaz de transformar o computador em uma central de entretenimento que distribui conteúdo digital (vídeos, músicas, fotologs, textos etc)para todos os equipamentos eletrônicos de uma casa via rede IP.Nos EUA um console de videogames da Microsoft, o XBOX 360 será o terminal oficial de IPTV da operadora AT&t, por ser capaz de acessar a internete em alta velocidade, de gravar conteúdos e de realizar chamadas de VoIP, como o Skype. A TV Digital terá mais qualidade de imagem, mas o futuro está na interatividade. Por exemplo, "nos Estados Unidos os usuários do Xbox Live (serviço online) usam o console para acessar conteúdo de TV sob demanda, ao mesmo tempo em que conversam com os amigos via VoIP, integrado com o Messenger (bate-papo). E pela internet os usuários podem comprar episódios de minisséries, alugar filmes e baixar jogos ou conteúdos televisivos em alta definição para assistir na TV plugada ao seu Xbox".
Interatividade é o "carro chefe" da tecnologia, sem falar na Google que entrou no mercado mundial de telefonia móvel, e de "graça".
Há um pouco mais de 10 anos eu trabalhava com rolos de fitas, na TV Globo, hoje, é em HD digital, então, podem esperar que o entretenimento só tende a melhorar.
Abraços, Cristiano Machado.

Anônimo disse...

É claro que a Globo, sendo uma das maiores redes de televisão do mundo, está se preparando para essas novas tecnologias. Mas alguns pontos parecem que não estão muito bem definidos. Como a questão dos direitos autorais, que ainda não se sabe como fazer para ter o controle desses conteúdos, como novela, séries, cujo contratos terão que ser rediscutidos. Também a questão sobre quem vai pagar para a utilização da internet e do celular, que a princípio, serão de graça. E a publicidade, como fica? Mas uma coisa é certa, a Globo vai disponibilizar um conteúdo com a mesma qualidade que tem na tv aberta, e certamente vai gerenciar mais esse negócio de forma a torná-lo o mais lucrativo possível.

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Sendo a Globo o principal veiculo de comunicação do país, já está mais do que na hora dela começar a analisar de que forma se adequar às novas mídias. Sabe-se também que com a adoção de tecnologias como o celular e internet, existe a preocupação da tv não ficar atrás, por isso é importante que esta continue matendo o ibope.
Por outro lado, claro que corre o risco de haver poucos acessos em determinados conteúdos da globo na internet ou talvez nem causar grandes entusiasmos aos usuários de celulares, mas por enquanto, tudo ainda está em fase de experimentação (a TV digital nem foi implantada) e creio que eles não darão ponto sem nó.
Acredito que estas questões só poderão ser previstas num futuro próximo quando tudo já tiver implantando, pois também dependerá do comportamento do usuário diante às novas mídias.

Anônimo disse...

Eu concordo com a Karlinha,ainda é muito cedo para a globo se posicionar com relação as novas mídias que chegaram já na empresa.Acredito que a empresa ainda esta estudando um meio de sair do convencional e entrar com tyudo neste novo mercado.Mas para quem não sabe, a tv globo foi a primeira empresa a se digitalizai no país aalgum tempo e suas sucursais já estão protas jáfaz muito tempo para também entrar no mercado.
A emissora não é nem um pouco boba.Acredito que ela esta com uma carta na manga que será lançada na hora certa, driblando mais uma vez a concorrência.

Anônimo disse...

Já é tempo da Globo e das outras empresas entrarem na era da intensa interatividade (web 2.0) Imagine se os personagens das novelas pudessem recriar os capitulos, diferente dos originais, assim como acontece no Second Life? Além dos conteúdos criados pelo celular (mobile) que já não podem mais serem ignorados.
Agora, quanto ao comentário do nosso colega Glauco, não acredito que seja "claro", esse processo, se pensarmos até onde a tecnologia avançou, e na Rede Globo, como uma das maiores redes de TV do mundo, veremos que este processo já está atrasado.

Anônimo disse...

Professor, vai ter mesmo a visita ao Mineirão... tá todo mundo perdido sem saber de nada.. Entre em contato!

Elizabete Lima disse...

Acredito que a Globo como uma forte empresa no mercado, não ficará de fora dos progressos das novas mídias. Existe um público e a Globo atenderá esse setor, vai adaptar seu conteúdo para essa nova modalidade e que com certeza será pensada para disponibilizar sem prejuízos.
Essas novas mídias também será a ferramenta para a interação com a TV .

Tatiane Bessa disse...

Acredito que transmitir conteúdos jornalísticos através de outros suportes alem da TV, é uma oportunidade de aumentar o leque de informação das pessoas. Hoje todos vivem apressados devido ao trabalho e quase não tem tempo de assistir tv. É uma praticidade que com certeza vai levantar ainda mais a audiência das emissoras de forma menos centralizada. Para o jornalismo em si, também vai ser uma forma de evolução da maneira como se dá a notícia. Acho que vai exigir mais conhecimento técnico por parte dos repórteres e editores e também habilidade para manusear outras ferramentas. Todo conhecimento é bem vindo e quem souber lidar com as novas tecnologias certamente terá mais destaque. O telejornalismo com certeza vai se tornar mais flexível porem não acredito que perca a qualidade nem a credibilidade. É tudo uma questão de tempo para as pessoas se adaptarem. O telejornalismo da Globo vai continuar sendo referencia, ainda mais se o projeto der certo.

MARIANA LIMA disse...

A Globo além de referencia em telejornalismo, há muitos anos, dita o que é bom ou não em termos de telecomunicações.
Se adaptar é a unica alternativa, as novas midias estao aí e vai ser necessário deixar o tradicional e levar a modernidade.
Com todo a estrutura que existe por tras da Tv Globo, com certeza novas surpresas virão, até entao a Globo nao inovou em nada, mostra os videos na internet,a lguns no celular, mas nada que a diferencia das outras emissoras. Mas por ser uma empresa tão renomada e lider no setor, acho que estão esperando para soltar as novidades no momneto certo.
A Globo esta acostumada a ser campea de audiencia, mas sera que continuara lider? A chegada da Tv digital vai mexer com as estruturas financeiras. Com mais opções para o telespectador, sobrevivera quem tiver melhor conteudo.

Unknown disse...

Nao e de se estranhar que a Globo, como a maior emissora do pais, saia na frente na produção e implementação dos conteudos da TV Digital. Claro que deve haver uma certa insegurañçca eem relação a perder seu monopolio.
Para cumprir com o que se espera para TV Digital deve aumentar a quantidade de produtos, o que custa dinheiro, a necessidade de aumentar muito pode comprometer o que eles consideram o padrao Globo de qualidade.

Anônimo disse...

A globo, só está se adequando à demanda do mercado atual. Não demora muito tempo e os concorrentes farão isso também(investir em tecnologia, caminhar de acordo com as demandas tecnológicas etc. Ainda bem que ela se atentou a isso, por a tendencia é que com tv digital tudo isso se torne mais comum, pois a convergência possibilitará. Acredito que não demora muito as outras empresas de tv e dos demais meios que possibilitem, entrarem na onda da notícia/conteúdo no celular.

Grazielle Guedes disse...

A rainha do mercado num vai querer ficar para trás. Ela está mais que certa em querer sair na frente e adaptar sua programação para as novas mídias. A Globo tem mesmo que de adaptar as exigências do mercado e das tecnologias avanças, assim não perdendo seu espaço no mercado e com os telespectadores que só desejam experimentar as novidades que a tecnologia oferece.
A TV digital está chegando com tudo, mas o que fica no ar é: a qualidade dos produtos que serão oferecidos? E o custo destes produtos, porque esse serviço vai ser caro e a globo num vai bancar isso sozinha. O legal da TV digital é as oportunidades que serão oferecidas, desta forma abrindo muitos caminhos.
A inovação só está começando vamos esperar e ver o que acontece.

Anônimo disse...

A Globo está vendo que a tendência é cada vez mais as pessoas utilizarem meios como Internet e celulares para informação e entretenimento. Com a TV Digital, a TV automaticamente terá que se adequar. Como é cada vez maior o número de pessoas assistindo a vídeos pela Internet, a Globo tem mesmo que se preocupar para inovar e não perder mercado. No entanto, a preocupação com os direitos de imagem e autorais é necessária. Para que o conteúdo não se perca na rede, terá que haver maneiras de controle, como dowload proibido ou outros mecanismos de controle. Quanto ao jornalismo, acredito que para vídeos a linguagem pode ser a mesma. O que mudaria seria o formato, que tria que se adequar para as novas mídias.

Thiago Macedo disse...

Como já disse anteriormente é complicado considerar o Brasil como um país altamene desenvolvido. Mesmo que a Globo já comece a desenvolver esse trabalho com novas mídias, novas ferramentas de produção e veiculação, será que a população brasileira terá suporte tecnico para acompanhar este desenvolvimento? O processo deve ser gradativo, pois tudo deve ser muito bem pensado se considerado o imenso investimento inicial que a Globo terpa que disponibilizar para desenvolver este aparente projeto. Para o jornalismo seria ótimo, mais uma vez se preocupando apenas com os benefícios e não com o processo como um todo. Como estudante muitos problemas relacionados a ética para a veiculação desse conteúdo me preocupam, mas como futuro jornalismo, sinceramente me preocupo mais com a situaão do meu futuro mercado de trabalho.

beckyene disse...

A globo precisa participar do boom dos vídeos na internet e do celular porque ficar de fora seria ignorar o futuro. Mas a empresa, como gigante que ela é, não vai entrar de cabeça num negócio desse sem saber exatamente o que está fazendo, pra quem e como ganhar com isso.E é bom pra nós que ela faça isso, afinal no quesito jornalismo com qualidade a globo é a referência ainda. Jornalismo experimental pode perder a credibilidade, a pesquisa do como fazer é importante.

Anônimo disse...

De que maneira o principal grupo de comunicação brasileiro, a Globo, está olhando o futuro da televisão? Da mesma maneira como olhou o tempo todo, ou seja, a Globo está interessada em manter o seu império comunicacional, sempre de olho no lucro. De boba a Globo não tem nada, como já disse o Eugênio, e isso é fato claro, pois senão ela não seria a grande empresa que é hoje. De que maneira ela acredita que a internet e o celular afetarão a forma de ver e consumir TV? A Globo já vem se digitalizando há muito tempo, como ressaltaram os nossos colegas que lá trabalham, e está de olho nesse novo mercado, visando é claro manter a sua hegemonia afinal, "quem é rei nunca deve perder a majestade" (deve ser assim que eles pensam...). A Globo tem dinheiro e tecnologia para se adaptar a esse novo cenário, mas daí a ela conseguir manter seu império são outros 500...

E o que afetará no telejornalismo, que também é referência para as demais emissoras? O You Tube é um fenômeno comunicacional e a Web 2.0está aí para virar de cabeça pra baixo o jornalismo tradicional. O mundo está mudando e o jornalismo tem que acompanhar senão fica pra trás. A Globo é referência de jornalismo bom, o famoso "padrão globo de qualidade", e isso faz com que as emissoras pequenas tentem acompanhá-la, apesar de muitas não conseguirem por falta de estrutura. O jornalismo da Globo está mudando, pelo pouco que tenho observado. Antigamente, com a pouco acesso da população às tecnologias, era raro ver, por exemplo, vídeos amadores no JN, mas hoje é quase rotina, principalmente em grandes tragédias como a com o avião da TAM. As pessoas hoje tem celulares ou câmeras digitais e filmam tudo, e no em casos de grandes catástofes esse vídeos são exibidos em rede nacional, o que há uns 5 anos eu não via.

Luciane Marazzi disse...

A rede Globo, como a maior e mais poderosa emissora de televisão do país e observando toda a caracterização de sua programação, deixa bem claro que as inovações no que diz respeito às novas tecnologias terá relevância e inserção de acordo como a sua rentabilidade. Mesmo com os esforços das outras emissoras para inovar e se adequar, o que a Globo fizer irá ditar padrões, considerando sua liderança no que diz respeito à tecnologia. É preciso experimentar, mas como isso envolve dinheiro, acredito que a cautela será a principal atitude da emissora. Assim como se tem feito ao utilizar idéias que deram certo em outras TVs pelo mundo afora, pode ser que a Globo esteja de olho no que deu certo em outros lugares, adaptando é claro para os padrões brasileiros. Talvez isso encoraje mais as investidas publicitárias. Outro ponto a favor pode ser também a grande adesão que a população brasileira tem às novas tecnologias, como internet e celulares. É preciso realmente desenvolver estratégias para que o público se sinta atraído, e trace uma linha de ligação com a TV, o que será possível quando a maior parte da população tiver acesso, principalmente à internet.

Anônimo disse...

A relação custo benefício é um fator que pesa muito para uma emissora como a rede globo, que captura 75% dos lucros de publicidade do Brasil. Contudo, oferecer gratuitamente conteúdos,vídeos,entretenimento (novelas,jogos, filmes, etc) via celular é uma realidade mais ofegante, quem irá pagar? Apesar disso, com a TV digital e tbm a IPTV q poderá distribuir conteúdos para aparelhos eletrónicos, a Globo q necessariamente não irá permitir outra emissora dispontar seu potencial irá percorrer o caminho das novas tecnologias e até quem sabe oferecer materiais gratuitamente.